quinta-feira, 30 de junho de 2011

São os melhores amigos e pessoas de confiança que ofereçem Drogas!!





FHC defende descriminalização da maconha em documentário. É preciso sacudir a sociedade, diz ( Heitor Augusto)

“Este é um tema a ser levado para todas as famílias, pois é muito próximo a nós do que parece. A gente tem de sacudir a sociedade”, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à imprensa nesta segunda-feira (30/5). FHC é o principal entrevistado do documentário Quebrando o Tabu, que estreia nesta sexta-feira (3/6).O filme, que documenta a falência da Guerra às Drogas, política implementada e exportada pelos Estados Unidos desde 1971, chegará aos cinemas 13 dias depois de manifestantes terem sido brutalmente reprimidos em São Paulo pela Polícia Militar na Marcha da Maconha. O movimento questiona a criminalização do usuário e pretende discutir alternativas à repressão e à prisão, como já acontece em Portugal, onde o consumo diminuiu.FHC, que atualmente preside a Comissão Global de Política Sobre Drogas, diz que essa discussão tem de partir da sociedade, não do Legislativo. “Depende apenas de se ter as informações pertinentes. Existem setores não informados, mas que tomam partido na questão”. Na quinta-feira (2/6), a comissão irá apresentar um extenso relatório propondo alternativas no assunto. “Não existem fórmulas, cada país tem de se adaptar. No Brasil, por exemplo, existe o problema social, enquanto na Suíça o uso da droga é encarado como problema de saúde”.Nos últimos três anos, o ex-presidente tem se aproximado da questão e assumido abertamente a descriminalização da maconha e outras medidas que não mandem o usuário para a cadeia. Porém, durante sua presidência (1994-2001), aumentou-se a repressão e tratou-se o usuário como criminoso, importando o modelo político estadunidense – hoje considerado falido até mesmo pelos norte-americanos.Cardoso faz mea culpa sobre o conservadorismo de sua administração. “Na época, eu não tinha informação e o tema não estava candente na sociedade”. Quando questionado sobre a eficiência para levantar o debate apenas depois do término de seu mandato, FHC diz que esbarrou em escolhas políticas. “Há limitações como presidente e existe o jogo da sociedade com o governo. Se ela não se convence, o governo não avança na conversa. Não posso dizer que, se fosse presidente hoje, faria e aconteceria, afinal não poderia prever minha relação com o Congresso e se valeria a pena politicamente”.Em Quebrando o Tabu, não é apenas FHC que assume o erro de basear a política de drogas apenas na repressão. Bill Clinton, presidente dos Estados Unidos entre 1993 e 2001, também atesta o fracasso da política de Guerra às Drogas, intensificada pela administração Nixon (1969-74) e que perdurou até o mandato de George W. Bush, encerrado em 2009.Entre os entrevistados do filme também estão os ex-presidentes César Gavíria (Colômbia), Jimmy Carter (Estados Unidos), além de Ethan Nadelman, diretor do Drug Policy Alliance, Ruth Dreifuss, ex-presidente da Suíça, o médico Drazuio Varella, o ator Gael Garcia Bernal e o escritor Paulo Coelho.


(Cada País tem sua peculiariedades, nem sempre o que da certo em um país de primeiro mundo da certo em um País como o nosso).

A droga realemente muda a vida de uma pessoa e de uma familia!!!!

"O crack destruiu a minha vida"


Fred Carvalho - enviado a Caicó"



O crack destruiu a minha vida. Cheguei a roubar correntes de ouro da minha mãe para trocar por pedras". O desabafo, na realidade um drama, por si só, ganha proporção na boca de quem o faz. É um menino de apenas 13 anos de idade, viciado em drogas. Foram suficentes apenas três meses para que ele tivesse o seu futuro mudado completamente.

O menino mora com a mãe, e um irmão mais velho, em uma casa simples, em reforma, no Centro de Caicó. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tomou conhecimento do caso na última quinta-feira por meio do médico psiquiatra Salomão Gurgel Pinheiro, prefeito de Janduís, que tem uma clínica em Caicó.Através do microblog Twitter, Salomão Gurgel disse estar "estarrecido" com a situação do menino. "Psiquiatra, mesmo assim fiquei estarrecido com o estrago causado pelo crack em criança de 13 anos. 3 meses de uso e pura loucura!", postou o médico.A reportagem chegou à casa do menino pouco antes do meio-dia da sexta-feira passada. A mãe do menor, a doméstica Maria, de 45 anos, foi quem recebeu a equipe. Após uma breve apresentação, ela mostrou o filho dormindo - sob forte dopagem - em um colchão no chão da sala. Em seguida, chorando, a mãe implorou: "Por favor, me ajude!".O pedido é de uma mulher que teve a vida mudada nos últimos três meses. "Morava em Natal e há dez anos, após a minha separação, resolvi vir para Caicó. Lutei muito para dar o melhor aos meus filhos e tudo caminhava bem até três meses atrás, quando o crack entrou na vida do meu filho e devastou a todos nós aqui em casa".Maria disse que não trabalhava desde o sábado da semana passada, quando foi tirar o filho de dentro de uma boca-de-fumo. "Ele saiu de casa naquele sábado e pouco depois soube que estava nessa boca. Fui até lá e o trouxe na marra para casa. Desde então eu tenho mantido ele numa espécie de prisão domiciliar, sem deixar nem ir para a calçada".A doméstica disse que o filho foi aliciado por um homem que vendia sorvete na rua dela. "Meu filho sempre foi um bom aluno, mas de uma hora para a outra começou a faltar às aulas. Essa foi a primeira mudança que notei. Poucos dias depois, eu o vi com esse tal homem. Perguntei quem era, mas ele me falou que se tratava apenas de um amigo. Passados mais alguns dias, vi que na verdade aquele homem havia dado crack para o meu filho e agora estava mandando o menino roubar as coisas de dentro de casa para sustentar o vício". Esse homem, identificado por Maria, já teve sua identidade revelada à Polícia e ao Ministério Público de Caicó.Segundo Maria, o filho admitiu já ter praticado furtos em mercadinhos do centro de Caicó para trocar por pedras de crack. "Devido a esse envolvimento dele com drogas, o meu filho passou a ser visto como um criminoso. Agora mesmo, pouco tempo antes de vocês chegarem, alguns policiais estavam aqui para saber se ele tem alguma coisa a ver com o roubo de um notebook. Mas como passou a semana trancado em casa, não poderia ter feito nada disso".Já roubei 2 correntes de minha mãeMaria, a mãe do menino, disse que a maior dor que sente é quando o filho, em crise de abstinência, pede para ela ir à boca de fumo comprar crack. "Ele me implora para eu ir comprar a droga. Depois pega um pedaço de cano PVC, coloca papel alumínio, e diz que já está pronto para fumar o crack, mas que falta a pedra. Isso corta o meu coração".Chorando, a doméstica também lamenta o fato de o filho mais velho, de 19 anos, estar prestes a largar o sonho de ser sargento do Exército para ajudá-la nos cuidados com o irmão. "Esse meu filho estudou muito e conseguiu passar num concurso. Mas já disse que prefere ficar aqui ao meu lado para me ajudar. Eu não sei mais o que fazer". Nessa hora, o menor viciado acordou. Visivelmente sob efeito dos medicamentos receitados pelo psiquiatra Salomão Gurgel, ele aceitou conversar com a reportagem. "Mas só se for bem rapidinho, porque eu tô numa lombra danada". Em seguida, começou a falar: "Eu já fumava cigarro antes de começar no crack, quatro semanas atrás". Corrigido pela mãe da data em que começou a fumar crack, ele se espantou: "Já faz quatro meses que eu fumo crack, mãe?", questionou, mostrando ter perdido um pouco a noção do tempo.Neste momento, o menino pôs a mão sobre a barriga e disse: "Agora mesmo estou na instiga, na tara. É um negócio pedindo pra mim fumar. E essa vontade dá cada vez mais, e mais, e mais".Indagado se já roubou a própria mãe, ele confessou. "Já sim. Já roubei duas correntes de ouro da minha mãe para trocar por 20 pedras de crack. Fumei umas cinco e vendi o restante para outros meninos lá perto da boca".Pela pouca idade, ou por estar dopado, o menino não articulava bem as frases. Após alguns instantes de silêncio, falou: "O cara que entra na primeira vez, já tá viciado. Foi o meu caso. Fui no médico porque meu estado é devastador. Quero ajuda, quero deixar o vício".Mostrando cansaço, o menino pediu para sair. Antes, respondeu o que o crack provocou na vida dele: "Quero que Deus tenha piedade dessas pessoas que me eram crack, porque elas não sabem o que fazem. O crack destruiu minha vida". Psiquiatra admite que caso do menino é de "difícil solução"

domingo, 5 de junho de 2011

Legalizar ou reprimir: maconha já é usada por 190 milhões

O que voces acham!!! Vejam os relatos!!! Vejam quantas familias, quantas maes, sofrem pelas drogas, e quantos sonhos são destruídos por causa das drogas!!! Tem-se notícia de que o ex-presidente FHC andou por outros países pesquisando e experimentando se é nocivel a pessoas, quando as drogas já são "legais". O ex-presidente sugere então que todos os traficantes serão liberados de suas sentenças, Fernandinho "beira-mar", vai ser solto, pois no direito quando estudamos as normas e interpretações do Direito penal, estes que cometeram o crime de trafico de entorpecentes não teriam cometido nenhum crime segundo o principio da retroatividade da lei, aplicar a lei mais benéfica, segundo os primeiros arts do cod. penal!!!
Conheçi uma mãe que já faz 30 anos (agora não sei se é 20 ou 30 anos) que não ve o filho ela tem mais outras 3 filhas "se não me engano", mas este filho perdido já faz anos esta perdido com certeza com o cérebro danificado pelos efeitos da droga......."Quem experimenta por tres meses vicia e rouba, furta para deixar sempre o seu estoque cheio!!! Proure noticias na internet de novas drogas de familias destruídas por estas drogas e depois vamos discutir a legalização da maconha que paramuitos só esa neste discussão, por causa, da farra, das coisas.....

Vamos Pensar!!!!!

Ass.: Ademir Júnior